O regime tributário é uma das decisões que mais mexem no caixa de uma empresa, e uma das menos revisadas. Muita gente escolhe no susto da abertura, segue o que o vizinho faz, e nunca mais olha. O negócio cresce, muda de margem, troca de atividade, e o regime continua o mesmo. Resultado: imposto pago a mais, mês após mês.

O ponto de partida é entender que não existe regime "melhor". Existe o melhor para a sua realidade de hoje.

Os três caminhos, em uma frase cada

S
Simples Nacional

Reúne tributos em uma guia só. Costuma valer para faturamentos menores, mas a alíquota muda conforme a atividade e nem sempre é a mais barata.

P
Lucro Presumido

O imposto incide sobre uma margem que a lei presume. Pode ser vantajoso para quem tem margem alta e poucas despesas dedutíveis.

R
Lucro Real

Paga-se sobre o lucro que de fato existiu. Tende a valer para margens menores, prejuízo ou setores com muitos créditos.

Informação de ouro

O Simples não é automaticamente o mais barato. Dependendo da atividade e da folha de pagamento, ele pode sair mais caro que o Presumido. Quem decide só pelo nome "Simples" frequentemente paga mais.

O melhor momento para revisar

A escolha do regime, em regra, é feita uma vez por ano. Isso significa que existe uma janela para corrigir o rumo, e quem a perde fica preso à conta errada por mais doze meses. Antes dessa janela, vale fazer as contas com calma e comparar os cenários, em vez de repetir o que já vinha sendo feito.

É uma análise rápida diante do quanto ela economiza. Em muitos casos, a diferença entre dois regimes paga vários anos de assessoria.

Será que a sua empresa está no regime certo?

Comparamos os cenários e mostramos, em números, quanto dá para economizar de forma legal.

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