Poucas situações tiram o sono de um gestor como a chegada da fiscalização. No calor do momento, é comum reagir no impulso: discutir com o fiscal, assinar o que colocam na frente sem ler, ou simplesmente travar e não fazer nada. Cada uma dessas reações pode transformar um problema pequeno em uma dor de cabeça cara.
A boa notícia é que existe um caminho, e ele começa antes mesmo de a multa virar definitiva.
Receber um auto de infração não é o fim da linha. É o começo de um processo em que você tem direito de defesa e de recurso. Muita autuação cai ou diminui justamente nessa fase, quando bem conduzida.
Os primeiros movimentos certos
Anote o que foi dito, peça e guarde uma cópia de todo documento. O que aconteceu na visita importa na defesa.
Assinar o recebimento é uma coisa, assinar que concorda com a infração é outra. Saiba o que você está assinando.
O auto traz um prazo para defesa. Ele é curto e fatal. Perder esse prazo é abrir mão do seu melhor argumento.
Pagar na hora pode parecer o caminho fácil, mas às vezes é admitir algo que poderia ser revertido.
Por que reagir bem muda o resultado
Uma defesa técnica bem feita pode mostrar que a infração não ocorreu, que a punição é desproporcional ou que houve erro no próprio auto. Mesmo quando a irregularidade existe, há espaço para reduzir a sanção e negociar prazos de adequação. O que não dá para fazer é recuperar o tempo perdido se o prazo de defesa passar em branco.
Por isso, o melhor momento para ter quem te oriente não é depois da multa confirmada. É no instante em que o fiscal entra.
Recebeu uma autuação da vigilância?
Quanto antes agirmos, maiores as chances de reverter ou reduzir. Fale com a gente sem compromisso.
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