Quase todo negócio assina contratos o tempo todo: com cliente, fornecedor, prestador, sócio. E quase todo negócio, em algum momento, usou um modelo baixado da internet ou herdado de um conhecido, trocando só o nome. Funciona, até o dia em que algo dá errado. Aí se descobre que aquele papel não protegia ninguém.
A diferença entre um contrato que segura e um que desmorona raramente está no tamanho. Está no que ele prevê.
Contrato genérico
Descreve o óbvio: quem são as partes, o que se contrata e o preço. Cobre o cenário em que tudo dá certo, que é justamente quando ninguém precisa de contrato.
Contrato sob medida
Prevê o que acontece quando dá errado: atraso, quebra, saída, inadimplência, conflito. É aí que o contrato vira escudo, não enfeite.
As cláusulas que fazem a diferença
Algumas previsões mudam completamente a sua posição em um conflito: o que acontece se a outra parte não cumprir, como e quando o contrato pode ser encerrado, quem responde por qual prejuízo, qual foro decide a disputa, e como se calcula a multa. São poucas linhas, mas são elas que o juiz lê primeiro.
O melhor momento de negociar uma cláusula é antes de assinar, quando as duas partes ainda querem fechar negócio. Depois do conflito, ninguém cede. Por isso o contrato é a hora mais barata de se proteger.
Modelo pronto não é sob medida
Um modelo genérico ignora o seu setor, o seu risco específico e a forma como você realmente trabalha. Ele pode até conter cláusulas que jogam contra você sem que perceba. Ajustar o contrato à sua realidade não é luxo de grande empresa, é o que evita que um desentendimento simples vire um processo longo e caro.
Os seus contratos protegem mesmo o seu negócio?
Revisamos os seus modelos atuais e ajustamos para que cada acordo trabalhe a seu favor.
Falar no WhatsAppConteúdo de caráter informativo. Não constitui parecer ou consultoria jurídica, que dependem da análise do caso concreto. Em conformidade com as normas da OAB sobre publicidade na advocacia.
